Não basta mais não causar dano.

O dano está feito e está dado.

É necessário restaurar e reconciliar.

E depois que se entendeu o quão necessário é tudo isso, regenerar-se e regenerar.

Para que o TODO cure suas PARTES.

 

Sai LEISNE, entre LECORE.

 

LEISNE – Laboratório de Experimentação em Inovação Social e Novas Economias

Em 2017 pensei o LEISNE como um laboratório de experimentação para que eu pudesse sistematizar e experimentar e reunir (não necessariamente nesta ordem) as inovações sociais que vi e vivi desde 2010 (na verdade desde 2007).
E a isso se juntou as Novas Economias.
Embora eu visse as Novas Economias desde 2010, principalmente ligadas ao empreendedorismo social, elas se mostraram de maneira mais clara para mim a partir de 2017, como fluxos (inclusive financeiros) entre pessoas.

A ideia era experimentar e observar em diversos locais e comunidades, como a inovação social e as novas economias se entrelaçavam e se apresentavam. E como as pessoas, só e/ou em conjunto, agiam com relação a isso.

Alguns lugares, temas e movimentos foram particularmente determinantes e desveladores para confluir no LEISNE:

1) O The HUB – coworking que era sediado na rua Bela Cintra, em São Paulo[1], que em 2010 estava fortemente voltado ao empreendedorismo social e à inovação social que disso decorria, e onde também ocorreram as primeiras HUB Escolas.
Ele atualmente se chama Impact HUB;

2) O Movimento Novo Olhar sobre as Relações de Trabalho (em São Paulo), que frequentei de 2010 a 2012;

3) Descobrir o Dragon Dreaming (no The HUB em 2012), um sistema de criar e gerenciar projetos que na verdade era uma outra visão e um outro universo sobre criar e gerenciar projetos.

4) O P2P – Peers to Peers[2] – discutindo o commons versus as commodities de nosso viver atual. O P2P veio a mim em 2013.

Só em 2018 me dei conta de o quanto comunidades, redes e sistemas influenciavam e delimitavam e resignificavam isso tudo, por conta de minha participação na Comunidade de Prática e Experimentação em Novas Economias.

E o LEISNE de certa forma não me representava mais.

E tem-se o LE(CO)2 RE

Laboratório de experimentação em comunidades complexas regenerativas.

Continua aqui….


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[1] Ele mudou de endereço em 2016.

[2] Ver sobre Michel Bauwens – https://en.wikipedia.org/wiki/Michel_Bauwens

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